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Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg domingo, 6 de setembro de 2015 Marcadores: , , , , , 0 comentários

Duzentos e vinte imigrantes foram resgatados na tarde dessa sexta-feira (4), no Mar Mediterrâneo, pela corveta Barroso da Marinha do Brasil, segundo informou o Ministério da Defesa em nota publicada em seu site. O navio brasileiro navegava com destino a Beirute, no Líbano, quando recebeu um alerta do Centro de Busca e Salvamento Marítimo italiano sobre a existência de uma embarcação com risco de afundar, tendo a bordo imigrantes que iam para a Europa. Ao site G1, o comandante da embarcação, Alexandre Amendoeira Nunes, disse que os imigrantes estavam havia dois dias sem comer. O barco em que estavam tem dois andares, é feito de madeira e levava 350 tripulantes, apesar de ter capacidade para apenas 80. – Os tripulantes estavam em dificuldades, o combustível estava acabando e estavam com pouca comida. Como o peso estava mal distribuído, a embarcação estava adernada de lado já. Pelo que nos relataram, não havia um local específico de destino, buscavam qualquer local que pudessem desembarcar em solo italiano – explicou o oficial brasileiro, em entrevista ao G1. Ao Jornal Hoje, o comandante também relatou como foram os momentos posteriores ao resgate: – Pela manhã, após servirmos um café da manhã, eles começaram a interagir mais com a nossa tripulação, a efetuar brincadeiras e se sentiram muito agradecidos com o fato de um navio brasileiro ter os resgatado. Me sinto apenas um cidadão, um servidor da Marinha do Brasil. Sinto muito orgulho do que faço perante o Brasil. Nada de heroísmo, apenas a nossa função de salvaguarda da vida no mar, como somos treinados desde os bancos escolares.

Segundo o ministério, o pedido de auxílio ocorreu às 13h30min (horário de Brasília). O centro de busca italiano solicitou ao navio brasileiro que se aproximasse da posição da embarcação, que estava a cerca de 150 milhas da terra mais próxima, Peloponeso, Grécia. A corveta Barroso chegou ao local após uma hora de navegação. O ministro da Defesa, Jaques Wagner, foi informado dos detalhes da operação, pelo comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, e falou sobre a operação de resgate. – O navio estava indo para o Líbano e acabou cumprindo outra missão humanitária, que é o resgate de refugiados, hoje uma preocupação que aflige o mundo inteiro. Foram salvas 220 vidas e evitamos outras mortes como a daquela criança síria que chocou o mundo – disse o ministro Wagner.

Entre as pessoas regatadas estavam 94 mulheres, 37 crianças e quatro bebês de colo (muitos deles debilitados). De acordo com a nota do Ministério da Defesa, dois navios-patrulha italianos participaram da ação, mas, tendo em vista a impossibilidade de receberem os imigrantes a bordo, a Guarda Costeira italiana solicitou o apoio dos brasileiros para fazer o resgate e levá-los para o porto italiano de Catânia. A corveta Barroso saiu do Rio de Janeiro no dia 8 de agosto para substituir a fragata União na Força-Tarefa Marítima das Nações Unidas (FTM-Unifil), no Líbano. Ela vai atuar, ainda este mês, comnau-capitânia da missão e fazer tarefas de interdição marítima e capacitação da Marinha libanesa. O Brasil comanda a FTM-Unifil desde 2011.  (Clipping - Fonte: ZH / Agência Brasil)


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Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg quarta-feira, 26 de agosto de 2015 Marcadores: , , 0 comentários

A Batalha de Chaul também referida como o massacre de Chaul foi uma batalha naval travada em Março de 1508 no rio Chaul, 60 km a sul de Bombaim, entre uma frota Portuguesa comandada por D. Lourenço de Almeida e a armada do sultanato mameluco do Cairo, que viera em apoio do Sultão de Guzerate. A artilharia e a maioria das guarnições eram turcas, uma vez que os Mamelucos não tinham gente habituada a combater no mar. D. Lourenço de Almeida foi enviado por seu pai, D. Francisco de Almeida, então vice-rei da Índia, para proteger algumas naus, entre Cochim e Chaul. Levava uma frota de oito navios, da qual eram capitães Pêro Barreto, Lobo Teixeira, Duarte de Melo, Gonçalo Pereira, Francisco de Anaia, Paio de Sousa e Diogo Pires, sob as ordens dele. Pelo caminho, entraram em alguns portos, onde saquearam e incendiaram a maioria das naus dos mouros que neles se encontravam. D. Lourenço foi avisado de que em Diu estava uma armada de rumes (soldados turcos ou egipcios, que o sultão do Egipto enviara à Índia, a pedido dos reis de Calecut e de Cambaia, na intenção de expulsar os portugueses). D. Lourenço preparou-se para ir a Diu, mas os rumes chegaram ao porto de Chaul com toda a sua armada, de que era capitão Mirocem (Amir Husain Al-Kurdi), a armada era composta por uma grande nau e seis galés. Acompanhavam esta armada trinta e quatro fustas (compridas embarcações de fundo chato, a movidas a remos ou a vela) enviadas pelo rei de Cambaia (Guzerate) e sob o comando de Meliqueaz, governador de Diu. Todos estes barcos vinham bem equipados e armados com muita artilharia de grande calibre. Ao ver esta armada na barra de Chaul, D. Lourenço, pelo rumo e feitio das naus, pensou que eram os barcos de Afonso de Albuquerque por quem esperavam. Assim, de nada desconfiou até que Mirocem entrou pelo rio com as suas naus e galés, arvorando bandeiras vermelhas com luas brancas, e ao passar pelos navios portugueses logo os atacou com bombardas, espingardas e frechas, indo lançar ferro junto da cidade. Refeitos da surpresa, os portugueses responderam de igual modo. Ancorada a frota inimiga, D. Lourenço, apesar de ter muitos feridos em todas as naus, decidiu com a sua e a de Pêro Barreto, abalroar o galeão de Mirocem, e ordenou aos restantes capitães como haviam de abalroar as outras embarcações inimigas. Mirocem receoso de combater sem o apoio de Meliquiaz, mandou as galés fazerem fogo contra os navios portugueses, e com o primeiro tiro arrombaram o de D. Lourenço de Almeida. Passaram toda a noite a trabalhar para abalroar o galeão ao romper da manhã. Mas o vento era escasso pelo que nada conseguiram, no entanto os navios ficaram tão próximos que de um e outro lado os homens se alvejavam com armas de arremesso, o que dava vantagem aos rumes, pois sendo o seu navio mais alto, puderam ferir muitos portugueses, entre os quais o próprio D. Lourenço, atingido por uma seta e logo depois por outra em pleno rosto. Pêro Barreto pôde abalroar uma das naus inimigas, sendo ele o primeiro a saltar para bordo, conquistando-a. Diogo Pires e mais dois capitães portugueses conseguiram abalroar mais três naus. Movido por essa vitória, D. Lourenço apesar de ferido, quis atacar o galeão de Mirocem, mas a conselho dos outros capitães não o fez, por ter ele próprio muita gente ferida e os restantes fracos. No dia seguinte Miliquiaz entrou no rio Chaul, e com a sua chegada os rumes ganharam novo ânimo. Tendo fundeado perto de Mirhocem, Miliquiaz mandou avançar três fustas, ao encontro das quais saíram Paio de Sousa e Diogo Pires, com as suas galés, afundando uma das fustas e obrigando as outras duas a vararem em terra.

Ao romper de alvorada, Miliquiaz com as suas frustas, cercou a nau de D. Lourenço, atirando-lhe muitas bombardas, uma das quais lhe acertou de modo que começou a meter água em grande quantidade, indo encalhar numa estacada de pescadores. Quando Miliquiaz viu que a nau nao poderia escapar-lhe, ordenou a algumas das suas fustas que abalroassem a galé de Paio de Sousa, mas esta levada pela corrente do rio foi-se afastando. Quando a galé chegou ao ponto onde estavam as de Pêro Barreto, Duarte de Melo e Diogo Pires, ao verem que a nau de D. Lourenço não aparecia lançaram ferro, e o mesmo fizeram Francisco de Anaia e Lobo Teixeira, que já iam fora da barra. D. Lourenço, embora lhe tivessem preparado o escaler da nau, não quis abandonar o seu posto, mesmo depois de um tiro de bombarda lhe ter arrancado uma coxa, até que outra o matou. Nessa altura já a nau estava quase ao rés da água por causa de muitos tiros que lhe acertaram, e os inimigos, que de todos os lados a cercavam, abalroaram-na e invadiram-na por três vezes, sendo três vezes derrotados. Mas como os portugueses eram poucos e sem ajudas, e eles muitos, os inimigos entraram definitivamente, travando-se uma luta, até que Miliquiaz, pesando-lhe ver morrer homens tão valentes, ainda salvou vinte. Nesta luta morreram oitenta portugueses entre capitães e marinheiros. Ao todo na nau de D. Lourenço e nas outras, morreram cento e quarenta homens e ficaram feridos cento e vinte e quatro. (Clipping - Fonte: Wikipedia)


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Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg segunda-feira, 24 de agosto de 2015 Marcadores: , , , 0 comentários

Quem estiver interessado em adquirir um Boeing 707 poderá fazê-lo no próximo dia 27 de agosto. Basta dispor de pelo menos R$ 312.200,00. A FAB disponibilizou para leilão o KC-137 matrícula FAB 2402. O KC-137 em questão era um dos quatro aviões que serviram no 2º/2º Grupo de Transporte “Esquadrão Corsário” entre 1986 e 2013. As aeronaves foram compradas da extinta companhia de transporte aéreo VARIG e  passaram por modificações na Boeing Military Aircraft Company, Wichita, no estado norte-americano do Kansas onde foram submetidas a um processo de conversão e modernização que as transformou em aeronaves de reabastecimento aéreo. Elas foram batizadas então de FAB-2401, FAB-2402, FAB-2403 e FAB-2404. O FAB 2403 foi desativado para servir como fonte de peças para as outras aeronaves e o FAB 2404 sofreu um grave acidente no aeroporto Tousand Louverture, de Porto Príncipe, no Haiti. Após 27 anos de atividade a Força Aérea Brasileira (FAB) realizou a cerimônia de despedida dos aviões. Em 10 de outubro de 2013 os KC-137 restantes foram definitivamente aposentados. (Clipping - Fonte: Poder Aéreo)


Investimento Japonês

Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg domingo, 23 de agosto de 2015 Marcadores: , , , , , , 0 comentários

O Ministro da Defesa do Japão vai requisitar um orçamento de 5.091 trilhões de ienes (cerca de 41 bilhões de dólares) para conter o avanço chinês. Aeronaves “tilt-rotor” e veículos anfíbios estão no menu para reforçar as capacidades de vigilância da Forças de Auto-Defesa e reforçar as defesas de ilhas periféricas. Isto marca o quarto ano consecutivo de aumento no pedido de gastos de defesa e representa um aumento de 2,2 por cento do orçamento de defesa inicial para o ano fiscal de 2015, o segundo ano consecutivo que supera os 5 trilhões de ienes. Na lista de compras está um destróier equipado com o sistema Aegis para derrubar mísseis balísticos por 167.5 bilhões de ienes e três drones de reconhecimento Global Hawk por 36.7 bilhões de ienes. O orçamento solicitado também inclui o custo de 12 MV-22 Ospreys por 132,1 bilhões de ienes e seis caças stealth F-35A por 103,5 bilhões. Ambos os aviões serão introduzidos para aumentar as capacidades das Forças de Auto-Defesa em defender ilhas remotas. Além disso, o orçamento inclui os custos para projetar um sistema para fornecer vigilância do espaço em cooperação com os EUA. (Clipping - Fonte: Poder Naval)


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Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg sábado, 22 de agosto de 2015 Marcadores: , 0 comentários

A Coreia do Sul anunciou ter feito dezenas de tiros de artilharia em direção à Coreia do Norte nesta quinta-feira, depois que o Norte disparou um projétil contra um alto-falante sul-coreano que transmitia de modo estridente mensagens contra o governo norte-coreano, num momento em que a tensão está aumentando na península. A Coreia do Norte não retornou fogo, mas fez um alerta à Coreia do Sul, em uma carta, dizendo que iria recorrer a ação militar se o Sul não remover os alto-falantes dentro de 48 horas, disse o Ministério da Defesa sul-coreano. Na carta, as forças armadas da Coreia do Norte definiram a propaganda que o Sul transmite como uma grande atitude de “desafio” ao Norte. A Coreia do Sul afirmou que o seu equipamento de detecção tinha identificado a trajetória de um suposto projétil norte-coreano lançado em torno das 15h52 (3h52 pelo horário de Brasília), que não pareceu ter danificado o alto- falante ou causado quaisquer danos. A presidente sul-coreana, Park Geun-hye, disse às principais autoridades de defesa que “reagissem com firmeza” às provocações norte-coreanas, segundo um porta-voz. Os militares da Coreia do Sul elevaram seu status de alerta para o mais alto nível. “Nosso Exército intensificou o monitoramento e está acompanhando de perto os movimentos militares norte-coreanos”, disse o Ministério da Defesa da Coreia do Sul. Não houve menção dos disparos na mídia estatal norte-coreana, que normalmente não faz comentários imediatos sobre os acontecimentos. O suposto projétil norte-coreano caiu em uma área a cerca de 60 quilômetros ao norte de Seul, na parte ocidental da zona fronteiriça, disse o Ministério da Defesa. Residentes sul-coreanos na área foram obrigados a deixar o local, de acordo com a agência de notícias sul-coreana Yonhap. ((Clipping - Fonte: Reuters/Defesa Aérea e Naval)


Patriot na Turquia

Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg sexta-feira, 21 de agosto de 2015 Marcadores: , , , 0 comentários

Os Estados Unidos e a Turquia anunciaram a retirada de duas unidades americanas de mísseis Patriot localizadas em território turco sob o comando da OTAN, desde o início de 2013, para proteger o país de eventuais disparos de mísseis da Síria. “Estas unidades serão levadas novamente aos Estados Unidos para operações necessárias de modernização”, segundo um comunicado comum dos governos difundido pelo Pentágono. As duas unidades de Patriot estavam localizadas em Gaziantep, no sudeste da Turquia. A missão terminará em outubro. Os Estados Unidos e a Turquia afirmam no comunicado que as unidades de Patriot e suas equipes (cerca de 320 pessoas) poderão ser novamente utilizadas no local “em uma semana”, caso seja necessário. “É uma decisão militar americana, com o objetivo de modernizar o equipamento”, afirmou um funcionário do Pentágono sob condição de anonimato. A Alemanha, que desde janeiro de 2013 tem cerca de 400 soldados e duas unidades de mísseis Patriot localizados no sul da Turquia, a pedido do governo turco, anunciou no sábado que terminará sua missão em 31 de janeiro. (Clipping - Fonte: Zero Hora/AFP)


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Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg quinta-feira, 20 de agosto de 2015 Marcadores: , , , 0 comentários

Foi inaugurado o monumento Mirage III, aeronave de caça que operou na Força Aérea Brasileira entre os anos de 1972 e 2005, na noite de quinta-feira (20), na Praça Orugan, em Ondina, na capital baiana. O local é mais uma atração turística da cidade, ao lado de outros importantes, ao lado de outros monumentos próximos, como o Cristo e o Farol da Barra. Participaram da cerimônia de inauguração do monumento o prefeito ACM Neto, o comandante da Base Aérea de Salvador, Marcelo Schiavo, e o secretário municipal de Mobilidade, Fábio Mota, além de militares, vereadores e dirigentes de órgãos públicos. A aeronave Mirage III estava sediada na Base Aérea de Anápolis (em Goiânia) e cumpriu mais de 67.000 horas de voo em defesa da soberania do espaço aéreo brasileiro, por meio de missões de interceptação na proteção da capital federal. (Clipping - Fonte: G1)


Célula do EI

Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg quarta-feira, 19 de agosto de 2015 Marcadores: , , , 0 comentários

As autoridades marroquinas anunciaram nesta terça-feira que desmantelaram um grupo de oito pessoas que, acredita-se, se aliaram ao Estado Islâmico e planejavam ataques no país. Em um comunicado, o Ministério do Interior afirmou que os suspeitos foram presos nas cidades de Tanger e Taounate, no norte, e Khouribga e Bouznika, no sul, e estavam em contato com o grupo Estado Islâmico, baseado no Iraque e na Síria. De acordo com as informações divulgadas, o grupo planejava abrigar militantes do Estado Islâmico no Marrocos para que pudessem realizar ataques com o objetivo de desestabilizar o país. Os homens estariam portando passaportes estrangeiros. Na sexta-feira, as forças de segurança anunciaram a prisão de um sírio que carregava um passaporte da Tunísia, que, supostamente, estava ligado ao grupo Estado Islâmico. A polícia afirmou nesta terça-feira que o homem também tinha ligações com antigos membros da Al-Qaeda que lutaram no Afeganistão. (Cliping - Fonte: Associated Press/Forças Terrestres)


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Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg terça-feira, 18 de agosto de 2015 Marcadores: , , 0 comentários

A Batalha de Formigny foi uma batalha ocorrida na França no dia 15 de abril de 1450. Na França, 3 mil arqueiros ingleses estavam preparados para reeditar, agora num vilarejo da Normandia as glórias de Crécy e Agincourt. Mesmo com a fraca liderança do rei Henrique VI (filho único de Henrique V), a Inglaterra acreditava ser capaz de dominar as forças francesas, que se organizaram durante os 5 anos da Trégua de Tours, estabelecida em 1444. Acampado perto do vilarejo de Formigny, situado a menos de 10 km do Canal da Mancha, o exército inglês se posicionou em formação defensiva, protegido pelo terreno com elevações e por estacas. A estratégia deu certo: as duas primeiras ondas de ataques do exército francês, composto por 3 mil cavaleiros e homens de infantaria, foram repelidas com facilidade. Mas um lance virou os rumos da batalha. Por ordem do comandante francês, o conde de Clermont, dois canhões leves passaram a disparar contra as linhas de arqueiros, provocando o caos no inimigo. Ainda assim, Thomas Kyriell, o comandante das tropas inglesas, reagiu com um ataque que tomou dos franceses as duas armas. Só que o movimento deixou o seu exército vulnerável a uma segunda ofensiva, lançada pelos 1,2 mil cavaleiros de Arthur de Richemont, um aliado bretão dos franceses. Mais do que causar baixas, o papel fundamental da artilharia em Formigny foi permitir que Richemont, guiado pelo barulho dos disparos, localizasse os aliados. Atacados simultaneamente pelo sul e pelo oeste, os ingleses não tinham soldados suficientes para resistir ao combate homem a homem. A tática de empregar grandes quantidades de arqueiros falhou, evidenciando a importância do uso dos canhões, mesmo que apenas dois, no resultado final, dos 3,8 mil soldados ingleses, 2,3 mil morreram e cerca de 900 foram capturados - entre eles, o comandante Kyriell. Os 4,2 mil franceses envolvidos no combate sofreram apenas 200 baixas. O massacre em Formigny deixou Londres sem um exército capaz de fazer frente aos franceses. Depois disso, as cidades da Normandia caíram uma a uma, deixando aos ingleses apenas a Aquitânia, a sudoeste, e a cidade fortificada de Calais, ao norte.


Armas para o Gripen

Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg segunda-feira, 17 de agosto de 2015 Marcadores: , , , , 0 comentários

A Força Aérea Brasileira pagará US$ 245.325 milhões (cerca de R$ 869 milhões) por 70 mísseis e bombas israelenses de alta tecnologia, e 14 pods de reconhecimento e designação de alvos para aeronaves, que serão empregados nos novos caças Gripen, de acordo com documentos obtidos pelo G1 através da Lei de Acesso à Informação. Segundo o G1, as armas e equipamentos adquiridas são os seguintes: Míssil A-Darter: 10 unidades operacionais e 8, para treinamento; Míssil Iris-T: 10 unidades operacionais e 20, para treinamento; Bomba guiada Spice 1000: 20 kits de unidades operacionais; Bomba guiada Spice 250: 30 unidades; Pod Reccelite 2: 4 unidades; Pod Litening G4: 10 unidades. (Clipping - Fonte: G1)


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Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg domingo, 16 de agosto de 2015 Marcadores: , , , , 0 comentários

Os “Top Guns” da Índia alegaram que humilharam a nata da RAF durante um exercício de duas semanas que ofereceu aos pilotos britânicos uma rara oportunidade de voar contra alguns dos mais recentes caças russos concebidos. Na Operação Indradhanush a Força Aérea Indiana (IAF) trouxe quatro caças de sua frota de aeronaves SU-30MKI Flanker de concepção russa à RAF Coningsby em Lincolnshire, para enfrentar o caça Typhoon FGR4 da RAF. O exercício foi apreciado pelos pilotos britânicos como uma oportunidade de treinar ao lado de aeronaves de concepção russa, em meio a crescentes tensões no Mar Báltico – onde a RAF desdobrou caças após o início do conflito na Ucrânia – e interceptações mais freqüentes de bombardeiros russos ao largo da costa britânica. No entanto, para o desespero de oficiais da RAF, os seus homólogos indianos deram um passo incomum de reivindicar publicamente ter chegado a uma retumbante vitória de 12 – 0 contra os seus adversários no Reino Unido. Em entrevista à televisão indiana, o Capitão do Grupo da IAF Ashu Srivastav reivindicou a vitória sobre a aeronave britânica durante combates a curta distância – o que levou uma fonte da RAF a rotular sua reivindicação como “cômica”. O Capitão Srivastav disse que o desempenho de seus pilotos foi “excepcional”, enquanto outros relatos da mídia indiana disse que as aeronaves da IAF foram capazes de derrotar o avião mais avançado da RAF não só no combate 1 x 1, mas também em situações em que um piloto da IAF foi confrontado com dois Tufões (2 x 1). Respondendo às reivindicações indianas, a fonte da RAF disse que foram claramente concebidas para o “público interno”. Ele disse ao “The Independent”: “Deve ter havido alguma lembrança nublada sobre os voos na volta para a Índia, pois as manchetes da imprensa indiana não têm qualquer relação com os resultados dos cenários táticos cumpridos no exercício.” A fonte da RAF também ressaltou que os Typhoons efetivamente lutaram “com um braço atrás das costas”, pois eles não fizeram pleno uso dos seus sistemas de armas mais avançados. Tony Osborne, o chefe da sucursal da “Aviation Week” de Londres, também sugeriu cautela ao lidar com as reivindicações indianas. “Estas pontuações de estilo críquete reivindicados pela IAF parecem impressionante, mas devem ser tratadas com cautela e certamente não como um indicador realista de capacidade de combate”, disse. “Temos de ver essas pontuações através da névoa de bravata do piloto, do orgulho nacional e também do politicamente correto. No entanto, o Su-30MKI é um dos aviões para o qual o Typhoon foi projetado para atacar e derrotar, e, sem dúvida, nas mãos certas apresentaria um desafio potente. Hoje [embora] o objetivo seria engajar aviões como o Su-30MKI à longa distância antes que os dois pudessem se reunir em um duelo a curta distância (dogfight).” Mesmo o piloto indiano admitiu que os Su-30s eram “menos bem sucedidos” nos exercícios de combate de longo distância. Especialistas em aviação também relembraram o exercício realizado em 2011, quando caças da RAF dizimaram as fileiras dos pilotos visitantes da IAF, o que levou o então Marechal do Ar da RAF, Stephen Dalton, a comentar: “Bem, eles perderam”.

Um porta-voz da RAF disse sobre os exercícios deste verão: “Nossa análise não coincide com o que foi relatado, pilotos da RAF e o Typhoon tiveram um bom desempenho durante todo o exercício com e contra a Força Aérea Indiana. Ambas as [forças] aprenderam muito com o exercício e a RAF está ansiosa para a próxima oportunidade de treinar ao lado da IAF”. A RAF tem sete esquadrões de Typhoon na linha de frente, mas tem sido relatado recentemente que a frota de jatos velozes da RAF, que está prevista para encolher ao seu menor tamanho na história até o final da década, está esticada até ao limite durante a realização de operações no Oriente Médio e do Báltico. Esta semana, funcionários do Ministério da Defesa prorrogaram a desativação dos velhos jatos Tornado de ataque por causa da escassez de aviões necessários para bombardear alvos do Isis. (Clipping - Fonte: Independent / Poder Aéreo)


Renovação Russa

Postado por Fabricio Gustavo Dillenburg sábado, 15 de agosto de 2015 Marcadores: , 0 comentários

Forças Aéreas e Espaciais da Rússia estão recebendo 1.000 novos aviões e helicópteros até 2020. O comandante das Forças Aéreas e Espaciais russas, General Viktor Bonkarev, afirmou nesta quarta-feira (12) que estas unidades terão recebido, aproximadamente, 1.000 novos aviões e helicópteros até 2020. De acordo com o programa de rearmamento da Rússia, avaliado em US$ 325 bilhões, aeronaves de quarta geração estão sendo substituídas por novos modelos, aumentando até 2020 a quantidade de equipamento militar atualizado para 70%. Além disso, a produção do bombardeiro estratégico Tu-160 será renovada, com as novas versões modernizadas programadas para entrar em serviço em 2021. “De 1992 a 2012, a Força Aérea recebeu praticamente nada, exceto para algumas unidades de equipamentos e nada muito moderno. A partir de 2012, nós recebemos mais de 300 aviões e helicópteros e, em 2020, esse número estará perto de 1.000 novos aviões e helicópteros, além dos aviões e helicópteros modernizados”, disse Bondarev durante uma entrevista ao vivo no canal de TV Rossiya-24. O comandante acrescentou que as Forças Aéreas e Espaciais esperam receber o primeiro bombardeiro estratégico supersônico Tu-160 Blackjack modernizado em 2021. O avião tem asas de varredura variável e foi projetado para atingir alvos em todo o mundo com armas nucleares e convencionais. Em 2013, o Ministério da Defesa russo assinou um contrato com a companhia Kazan Tupolev Aviões, responsável pelo projeto, no valor de 3,4 bilhões de rublos, aproximadamente US$ 66 milhões, para atualizar três bombardeiros Tu-160. (Clipping - Fonte: Sputniknews / Poder Aéreo)